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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Taxa de mortalidade infantil



Nos anos 60 como se pode verificar no gráfico a taxa da mortalidade infantil era muito elevada. A população era mais analfabeta, não havia tanta higiene, a própria água não era tratada e não tinham recursos para se poderem deslocar aos hospitais.Em 65 e 70 há já uma baixa e apartir daí uma diferença bastante acentuada, devido às campanhas de informação e a própria medecina ter evoluido.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Gráfico da taxa da tuberculose


Como podemos verificar no gráfico, nos anos 60 o nível de tuberculose era muito elevado e só começou a baixar apartir dos anos 70, porque a medicina começou a evoluir bastante. É uma das doenças infecciosas desde mais longa data e que continua a afligir a humanidade nos dias actuais.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Gráfico da taxa de masculinidade


Segundo estatísticas em 1960, existiam 92 homens por cada 100 mulheres em Portugal. Este indicador atingiu os valores mais baixos nos anos de forte emigração das décadas de 60 e 70 (o mínimo foi atingido em 1973 com o valor de 88,9) em resultado de uma emigração essencialmente masculina que foram cumprir tropa nas ex-colónias e outros emigraram em busca de melhoria de vida. A relação de masculinidade diminui à medida que se avança na idade, devido essencialmente ao fenómeno da sobre mortalidade masculina nas diferentes idades. Em 1960 residiam em Portugal apenas 66 homens idosos por cada 100 mulheres idosas; em 1998 eram aproximadamente 69. A relação de masculinidade da população idosa atingiu o valor mínimo em 1965 (64,1) e o máximo em 1991 (70,9), ano a partir do qual não cessou de descer até se situar nos 69,3 em 1998. Nas idades acima dos 74 anos a relação de masculinidade é ainda mais reduzida passando do valor de 56 em 1960 para 59 em 1998.

Gráfico da taxa de pessoas por família


O gráfico apresenta ao longo dos anos uma diminuição de pessoas por família. Outrora, cada família era na maior parte dos casos bastante numerosa. Os recursos eram menos do que hoje. Como se está a ver um número reduzido de pessoas por família, o governo tem implementado medidas de incentivo à natalidade.

Gráfico da taxa da educação pré-escolar


Nota-se pelo gráfico um número acentuado da preferência dos pais dos seus filhos pelo ensino privado do que pelo público, para se sentirem mais tranquilos e melhor aproveitamento.Nos dias de hoje,vai ser dificil manter os mesmos níveis,porque o poder económico começou a baixar e estão com dificuldades em manter os seus filhos no ensino privado.

Gráfico da taxa de trabalho de menores


Quanto mais fiscalização houver nas empresas, menor é o risco de haver menores a trabalhar

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

REFLEXÃO

REFLEXÃO SOBRE O TRIUNFO DO CAPITALISMO SOBRE A MORALIDADE

Muitas pessoas andam à procura de um sistema ideal de organização da economia e existem vários argumentos tanto a favor, bem como contra do sistema de mercado livre ou de economias da Direcção Central.
Por um lado há três sectores que devem ser controlados pelo Estado, estes são: o da saúde,o da educação e o da segurança social.
O control do Estado consiste em obrigatoriedade de descontos para manter o sistema em infraestruturas ou seja para garantir a continuidade dos serviços, o acesso e a protecção do cidadão.
O exemplo dos Estados Unidos mostra que deixar um destes sectores (vitais caso saúde) para o mercado livre na totalidade, resulta em falta de protecção duma grande parte da sociedade, portanto não funciona para o benefício da mesma. Quem não tiver dinheiro para adquirir o seguro privado de saúde, fica desprotegido.
Por outro lado, mesmo que o Estado controle na maioria um sector é sempre bom deixar uma parte deste sector para o mercado livre.
Por exemplo: colégios privados, centro de saúde privados, laboratórios, clínicas ou Bancos privados porque a presença das entidades privadas estimulam a concorrência e a ajuda no melhoramento do nível dos serviços.
Nenhuma extremidade é boa, o sucesso é um resultado de se complementar um sistema ao outro, economia do mercado livre e economia da Direcção Central.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

CORRELAÇÃO SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DA MODERNIDADE

Giddens diz que a modernização e a modernidade são modos de vida e de organização social que emergiram na Europa cerca do século XVII, baseadas em um processo, segundo o qual uma idéia fixa e estreita de “lugar” e “espaço” (que prevalece nos tempos modernos) são gradualmente destruídas por um cada vez maior conceito de “tempo universal”.
O processo de modernização “distanciou” os indivíduos e as comunidades das sociedades tradicionais destas noções estreitas de tempo, espaço e status. A modernização “desencaixou” o indivíduo de sua identidade fixa no tempo e no espaço, forçando à descontextualização e que nos dias de hoje transformou as relações sociais e a percepção dos indivíduos e colectividades sobre a confiança e a segurança.
Essa descontextualização nota-se nas principais vertentes, como nas famílias, onde existe novas modalidades familiares, estilos de vida diferentes do que outrora, mais divórcios, que por qualquer razão resolvem separar sem se preocuparem se os seus filhos irão sofrer,mas como é a nova modalidade, temos aderir ao sistema.
No trabalho e emprego onde deixou de haver a ética profissional, apenas se trabalha por um salário e um individuo não consegue ganhar a sua prática que é adquirida ao longo dos anos. Devido à modernização, nalguns aspectos trouve vantagens, mas noutro trouxe desvantagens como a falta de emprego, a substituição das máquinas pela mão de obra.Na educação esta por sua vez está um descalabro, não há respeito por ninguém e a própria escolarização, tem sido afectada por todos os campos.
A internet é um bom meio de transmissão, mas se não for bem explorada pode por sua vez ser prejudicial, onde arrasta muitas vezes a casos de pedofilia, como temos observado ultimamente, os contactos são feitos através da internet, bem como outros casos.
Vivemos numa época marcada pela desorientação, pela sensação e de que não compreendemos plenamente os eventos sociais e que perdemos o controle.
O dinheiro tinha um valor limitado para tais artesões por que suas trocas econômicas eram baseadas em impressões de valores locais e particulares. A modernização destruiu tais formas e as substituiu com uma forma de trocas “universal”: o dinheiro. O dinheiro passou a agir como meio de troca geral e universal, ao contrário das trocas particulares e locais entre os indivíduos. O Dinheiro foi então capaz de mover os indivíduos de contexto local a global e pode então estabelecer relações sociais através do tempo e do espaço. O dinheiro fez o mundo parecer diminuir. As desigualdades de poder no mundo são gritantes. A globalização acelerou o processo que começou com a modernização. Se considerarmos que a modernização criou a noção de uma moeda nacional que varreu todas as diferenças locais dentro de uma fronteira nacional, podemos afirmar que a globalização varreu todas as diferenças entre moedas nacionais. O aparecimento do uso do “Cartão de Crédito” e a inovação da Europa em gerar uma moeda local para todas as comunidades da Europa, o Euro.
O surgimento dos Sistemas peritos nos quais as sociedades vieram apostar, pois nos dias de hoje têm que haver pessoas qualificadas, os quais surgem como resultado das revoluções científicas e o aumento em conhecimento técnico e o conseqüente aumento na especialização. Por causa da sua afirmação de suas formas de conhecimento “científica” e “universal” estes sistemas especialistas não são dependentes de um contexto e podem, a partir disso, estabelecerem relações sociais através de grandes períodos de tempo e espaço. Igualmente, enquanto esses sistemas especialistas criam seus grupos de experts e conhecimento um abismo social é criada assim como um aumento entre o profissionalismo dos praticantes e dos seus grupos de clientes. Um bom exemplo de tais sistemas especialistas é o “Sistema médico moderno” de cuidado à saúde. Um modelo baseado nas reivindicações universais da ciência.
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REFLEXÃO SOBRE CORRELAÇÃO

É bom relembrar estas noções de aprendizagem destes temas, pois vem firmar que estes estudos científicos, como este da correlação é importante e prático para aplicação do nosso dia a dia, como mostram os dois exemplos a seguir:
A educação de saúde inclui a educação sexual, higiene etc. É um factor que influência por exemplo o número de novos casos de infecções de SIDA (limito o meu exemplo à África: uma sociedade a desenvolver).
Sabemos que as pessoas bem informadas protegem-se melhor da doença, portanto existe uma correlação entre o nível de formação de pessoas e o número de casos de SIDA numa comunidade.
Por outro, nas sociedades desenvolvidas e ricas (ex: Europa), as pessoas têm o acesso mais fácil ao tratamento médico. Por isso deixam de ter medo das doenças.
As doenças potencialmente terminais (ex: SIDA) na Europa têm tratamento relativamente fácil e as pessoas infectadas não deixam de ter qualidade de vida, por isso estão menos motivadas a protegerem-se da infecção.
Em ambos exemplos a correlação torna-se uma ferramenta que pode vir ajudar a criar melhores métodos de luta contra a doença. Para isso deve haver: melhores campanhas informativas, melhores programas de informação e melhores estratégias de motivar a sociedade para se proteger. Em outras palavras, este conhecimento sobre a correlação ajuda-nos a entender e a modificar a realidade.

sábado, 11 de outubro de 2008

Reflexões

REFLEXÃO SOBRE ACÇÃO SOCIAL
Tomamos conhecimento de quem era "Max Weber", um dos fundadores da Sociologia. Conhecemos uma das teorias que ele defendia "acção social". A teoria diz-nos haver duas regras , uma pelo sentido intentado e a outra pelo sentido orientado em relação aos outros, onde podemos prever os comportamentos. As práticas individuais tem uma certa lógica orientadas por uma intenção e temos que descobrir essa lógica ou então não conseguimos explicar a sua acção.Também a nossa maneira de ser muitas vezes age pelo condicionalismo, normalmente aquele que tem um extracto social mais elevado, exige ao seu filho o mesmo que ele fez, ao passo que o de menor extracto social, não pode exigir muito ao seu filho.
REFLEXÃO SOBRE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
Muitas vezes no café ou em qualquer parte, temos necessidade de conversar com os amigos ou familiares sobre temas, mas por falta de tempo, paciência ou mesmo por não ter conhecimento para o debate científico, não chegamos a aprofundar. Na nossa vida deve haver métodos e regras para tudo o que fazemos. Começa pelo estudo e depois na nossa vida profissional, mesmo em qualquer profissão, desde que seja devidamente organizada. Por exemplo a utilização da internet deve ser bem explorada e não ser viciada em passatempos que são prejudiciais tanto ao estudo como à nossa vida particular bem como profissional, portanto há que haver um método.
REFLEXÃO SOBRE REPRESENTAÇÃO CIENTÍFICA
Para se chegar à representação científica, será necessário utilizar o método cientifico. Na nossa vida algumas representações sociais são coisas banais, porque utilizamos linguagem não cientifica. Ora, existe um caminho certo a percorrer para o método científico. Esse caminho começa por fazer uma pergunta, fazer pesquisa de fundo, a construção de hipóteses, testar com a experimentação e depois de tudo haverá a análise de resultados bem como o desenho das conclusões. Se nós não respeitarmos os valores das pessoas, podemos fazer experiências e se respeitarmos é evidente que não iremos proceder a tais experiências. Por exemplo no caso das entrevistas numa empresa, haverá caminho a seguir(o investigador participa no fenómeno que quer observar). Existem nas perguntas a fazer certos requisitos a notar. Para se chegar a análise temática e categorial, depois de analisarem as entrevistas, vai-se formando as categorias e no fim temos um x de categorias diferentes e vamos saber qual a percentagem de cada categoria (AB ou C). Após essa análise já se pode contestar os elementos dos melhores mais classificados e dos menores, para se chegar à conclusão e assim se forma uma ideia, chamada essa a ideia ideológica e cada individuo analisa da forma como achar melhor.